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Project Natal pode ter sido recusado pela Nintendo em 2007

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A Nintendo pode ter recusado a tecnologia que acabou se tornando o Project Natal há três anos, disse uma fonte próxima à companhia. 3DV Systems, que criou a tecnologia e mais tarde a vendeu a Microsoft para o Xbox 360, disse ter montado uma forma prematura da tecnologia para a Nintendo em 2007. Satoru Iwata, último chefe da companhia, recusou-a, alegando que ela era muito cara e propensa a lags.
A tecnologia de câmera foi eventualmente refinada para onde se tornou atrativa para a Microsoft, apesar de terem surgido fortes rumores de que a gigante de Redmond foi obrigada a deixar suas ambições para trás e teve que mover a maior parte do trabalho de processamento do movimento para o processador principal do Xbox 360 em vez de ter um chipset dedicado. Um periférico final do Natal pode custar menos de US$80 e deve ser vista como uma compra relativamente trivial.
A Microsoft já confirmou que o Natal será vendido na época natalina deste ano, enquanto a Nintendo parece relutante em alterar significativamente o sistema de controle do Wii. A sua adição mais recente foi o Wii MotionPlus, um periférico extra que adiciona seis eixos com sensor de movimento ao Wii Remote, em vez do sensor baseado em detecção dos controles originais. Uma sequência para o Wii ainda é considerada distante.
Nem Microsoft nem Nintendo concordaram em comentar sobre o assunto.

Projeto Natal chega até dezembro para donos de Xbox 360, diz Microsoft

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Sistema de controle corporal para games deve ser lançado a tempo para as compras de Natal. Preço ainda não foi definido.



O sistema de controle corporal para games da Microsoft, o Project Natal, será lançado até o fim de 2010, no que promete ser um grande ano para os donos do Xbox 360.
As novidades sobre o console da Microsoft abriram a apresentação do Chief Executive Officer (CEO) da empresa, Steve Ballmer, durante a Consumer Eletronic Show na quarta-feira (6/1).

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As novidades sobre jogos tomaram a maior parte do evento. “2010 vai ser um ano chave para donos do Xbox”, devido ao Project Natal, muitos novos jogos e serviços online, disse o presidente da divisão de entretenimento da Microsoft, Robbie Bach, que acompanhou Ballmer no palco.
O Project Natal foi anunciado durante a E3 ano passado. É um sistema de controle de jogos que permite que os usuários usem gestos com o corpo inteiro, como chutes e socos, para interagir com a ação na tela. Ele acompanha uma câmera 3D para detectar os movimentos do corpo e passa eles para a tela.
Ele não divulgou preço nem como o Project Natal será vendido, mas disse que funcionará com todos os consoles Xbox 360.
Outra novidade para os jogadores será a Game Room, uma loja virtual que venderá clássicos dos anos 70 e 80 para serem jogados pela rede Xbox Live.

O ano de 2010 também será forte para jogos do Xbox 360. A Microsoft lançará um novo episódio da popular série Halo, chamada Halo Reach, que contará a história do que aconteceu antes do primeiro Halo, lançado em 2001.
A Microsoft também vai introduzir uma nova categoria de jogos, “os thrillers de ação psicológica”, com o jogo “Alan Wake”, que conta a história de um escritor de mistério que fica preso dentro de suas próprias novelas. “Pense em ‘Lost’ escrito por Stephen King e dirigido por David Lynch”, disse Bach.

O futuro dos salões de jogos em Condominios,

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Já se foi o tempo que ter uma mesa de ping-pong e outra de bilhar (sinuca) em Condomínios era sinal de um bom salão de festas.
Os tempos mudaram, novas tecnologias vieram a tona, e trouxeram entretenimento para crianças, adolescentes e adultos, isso tudo com um único aparelho. O video Game!

Cada vez mais o video game vai ganhando espaço dentro de casas, empresas e condomínios, isso por que em muitas vezes consegue substituir perfeitamente os computadores (que foram muito utilizados em Lan's Houses).

Muitos condomínios pelo Brasil e no mundo, estão aderindo a um novo conceito de entretenimento para seus moradores, trata-se de um Espaço Game.

Uma televisão, um video game conectado, 4 jogadores por vez e muita diversão, a receita certa para entreter qualquer um.
Isso ocorre pois a cada dia novos jogos são lançados para diferentes tipos de idade, e com diferentes formas de se envolver com os jogos.

A GameDelivery aposta agora na idéia de que este novo conceito deve ser mais utilizado e irá oferecer o serviço de montagem deste espaço aos condominios de todo o Brasil, oferecendo todo o suporte e equipamentos, desde a televisão até os jogos.

Se você mora em condominio converse com seu sindico, de uma nova cara ao salão de jogos.

Preparamos um hotsite que pode ser conferido em www.gamedelivery.com.br/condominios

Alem disso oferecemos este serviço para Empresas, Buffets e por que não para sua casa?

Os kits para montar um espaço games variam muito, iniciando pela plataforma de jogo escolhida e seus utilitários.

Consulte-nos, peça um orçamento!

Canal de Videos no YouTube

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O Game Delivery agora conta com um novo canal de relacionamento.
Trata-se do YouTube, uma das maiores redes sociais de compartilhamento de videos do mundo.

Acesse nosso canal: http://www.youtube.com/user/GameDelivery

www.gamedelivery.com.br - Diversão Garantida sem sair de casa

Historia dos video games

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Reprodução de matéria publicada no Baixaki:

O Baixaki Jogos conta a história dos regimes nos consoles.
Quem nunca ouviu falar de um console slim? Possivelmente, se você viveu a era do saudoso PlayStation, então provavelmente deve saber do que estamos falando. Muitos devem lembrar-se da chegada do magérrimo PlayStation One, que trazia os mesmos recursos do console original, mas em formato muito mais compacto. Entretanto, ao contrário do que muitos pensam, estes regimes já fazem parte da história dos games há um bom tempo.
Desde o surgimento dos consoles, muitos video games ganharam versões mais magras. Além de receber um design mais moderno, algumas plataformas também ganhavam novos recursos. Entretanto, algumas delas, por incrível que pareça, acabaram deixando algumas funções para trás em troca de um corpo mais atraente — ou não.
Mas, quem começou com esta ideia? Como eram os primeiros consoles Slim? Quais foram as mudanças? Para ajudar a entender um pouco a história destes regimes, o Baixaki Jogos resolveu preparar um especial selecionando alguns dos mais curiosos casos de dieta no mundo dos games. Vamos lá!

O começo de tudo

A primeira redução de peso


Durante a década de 1970, diversos consoles inundaram o mercado do entretenimento eletrônico. Um dos principais é o Magnavox Odyssey, reconhecido como o primeiro console caseiro do mundo. Este video game trazia consigo diversos games, incluindo até mesmo uma versão diferente de Pong, para Atari 2600, que seria lançado apenas dois anos depois.
Contudo, a primeira redução de peso só ocorreu com a chegada do Fairchild Channel F, perto da metade da década de 1970. Certamente, um nome não muito conhecido, mas que merece destaque por ser um dos precursores das alterações que hoje são conhecidas como slim. Em termos de design, o console não era muito atraente, algo que ficou ainda mais evidente com a chegada do Atari.
O primeiro Channel F
Para competir com sua rival, a Fairchild Semiconductor resolveu lançar o Channel F System 2. Basicamente, a estrutura era a mesma, mas o design havia sido mudado drasticamente. Para completar, alguns recursos foram adicionados, como controles com cabos removíveis e saída para som da TV.
O console não aguentou por muito tempo, principalmente por ser lançado durante a famosa Crise Americana dos Video Games, que quase levou boa parte das empresas do ramo à falência. Mesmo assim, ele ainda é relembrado por muitos como o primeiro console a trazer um visual mais magro.
A versão mais magra do console

Reduzindo os custos

Melhorando a beleza


Não demorou até que a Atari começasse a fazer algo parecido. Em 1977, o primeiro Atari 2600 chegava às lojas, em formato de caixa e detalhes em madeira. Inicialmente, o console agradava o público não só pelos jogos, mas também pelo visual — adequado para a época. Entretanto, com o passar dos anos, novas máquinas foram surgindo e muitas traziam designs mais modernos, deixando o Atari com cara de ultrapassado.
Achou bonito?
Sendo assim, a companhia decidiu unir o útil ao agradável. Mesmo chegando atrasado, o Atari 2600 Jr., como era popularmente conhecido, trazia o clássico console sob um visual bem mais moderno. Bem, nesta época, diversos de peso já haviam estreado, com o próprio Nintendo Entertainment System (NES ou Nintendinho 8-bits).
Independentemente disto, a Atari decidiu lançar seu antigo console como uma excelente alternativa para aqueles que desejam desfrutar de vários clássicos por um preço muito leve — o vídeo game custava apenas US$50. O console, além de mais belo, também trazia componentes mais baratos, o que permitia as vendas a baixo custo.
Que tal a versão slim do 2600?
Com a chegada do Atari 5200, em 1982, a companhia tentaria, posteriormente, adotar uma estratégia semelhante ao console. Entretanto, devido à crise dos video games, o Atari 5200 Jr. acabou não saindo do papel e a Atari encarava sérios problemas.
Entretanto, esta fase é importante por estrear uma estratégia que seria — e ainda é — extremamente utilizada pelas companhias do ramo: o corte de custos. Graças às revisões nos modelos, muitas empresas conseguem uma desculpa para baixar os custos e, de quebra, lançar algo diferente para o consumidor, o que aumenta a longevidade do próprio console. Uma bela dieta, não é mesmo?

Dietas que pegaram

A terceira geração e o começo de uma febre


Esta era, marcada, principalmente, pelo lançamento do NES, trouxe novos ares ao universo do entretenimento eletrônico. Primeiramente, temos um dos portáteis mais importantes da história dos games chegando em 1989: o Game Boy. Provavelmente você já deve ter ouvido falar dele, e também deve saber de suas várias versões que passaram pelos bolsos dos jogadores até poucos anos atrás.
O primeiro Game Boy era realmente pesado, mesmo sendo considerado um portátil. O console de bolso necessitava de quatro pilhas AA e pesava aproximadamente 300 gramas. Mas, depois de quase sete anos, a Nintendo decide revisitar o console, lançando o Game Boy Pocket — agora sim, um video game de bolso.
A nova versão era mais leve e necessitava de apenas duas pilhas AAA. Além disso, a companhia também trouxe uma tela maior e uma nova tecnologia de imagem. Mesmo assim, o console suportava os mesmos games da versão clássica do Game Boy.
A série de consoles Game Boy é conhecida, também, pelas suas revisitações aos consoles. Praticamente todas as edições da marca acabaram sendo revisadas, trazendo modelos mais modernos e com novos recursos para os consumidores. O mesmo acontece com o Nintendo DS, que também recebeu várias modificações.
O Game Boy e suas várias faces
Mas, voltando para a era dourada, existem também outros consoles que merecem ser mencionados. Primeiramente, o próprio Nintendo Entertainment System. Todos devem associar o nome com a famosa caixa branca com slot para cartucho. Entretanto, o video game também recebeu uma versão mais moderna, conhecida como NES-101. Trata-se de um modelo raro, vendido pelo curto período de um ano, e com um design que relembra bastante seu sucessor.
O estranho NES-101
Créditos: Xihix
A Sega também participou da brincadeira com o seu saudoso Master System. O console, lançado sete meses após o Nintendinho 8-bits, é uma das plataformas que mais recebeu alterações no visual, ao lado do lendário Mega Drive. Uma curiosidade: ambos continuam sendo vendidos no Brasil, graças à Tec Toy, que continua oferecendo suporte aos dois consoles.
O Master System surgiu como o Sega Mark III. Este console foi lançado em 1985 para competir como Family Computer e trazia retrocompatibilidade aos jogos do SG-1000, também da Sega. Posteriormente, exatamente a mesma máquina que estava sob a carcaça do Sega Mark III chegava às lojas como o Master System, console que já era uma versão slim no momento em que nasceu.


O Master System antes de se tornar o Master System
O próprio Master System, contudo, também recebeu versões aprimoradas. Uma delas é o Sega Master System II, lançado no começo da década de 1990. Este console, além de ter uma fabricação mais barata, não possuía o botão reset nem o (inútil) slot de expansão. Além disso, a plataforma também trazia, na memória interna, o jogo Alex Kidd in Miracle World, um forte competidor para o encanador bigodudo da Nintendo.
A versão mais compacta do Master SystemNo Brasil, o Master System ainda vive firme e forte. Além disso, diversas versões exclusivas do console foram lançadas em nosso país. A Tec Toy apresentou o Sega Master System III, uma versão ainda mais compacta que a segunda. Mas, o que realmente chamava a atenção era o Master System Compact, que invejou jogadores do mundo todo.
Trata-se de um console desenvolvido pela Tec Toy que transmitia sinais através de uma antena, dispensando conectores a cabo. Basicamente, o jogador segurava o console como um controle, pois os botões também eram situados no próprio periférico. Uma versão especial para as garotas também foi lançada, trazendo um console na cor rosa.

Super e Mega

Mais transformações


Na década de 1990, a Sega e a Nintendo iniciavam uma batalha que seria conhecida como a primeira guerra de consoles. Ambas empresas utilizaram todos recursos disponíveis para enfrentar seus adversários, o que acabou resultando em um verdadeiro show de novidades para os consumidores.
Quando o Mega Drive chegou às lojas, em 1989, a Sega iniciava uma campanha agressiva contra a Nintendo e seu console da terceira geração, o NES. Com a chegada do Super Nintendo, a briga esquentou ainda mais, e a Sega passou a lançar versões aprimoradas de seu console.
O Mega Drive II
Uma delas foi o Mega Drive II (aqui conhecido como Mega Drive III), uma espécie de versão slim e mais moderna do console da dona do Sonic. Mesmo trazendo um visual mais bacana, o console acabou perdendo vários recursos e entradas. Além disso, houveram alterações nos botões e, obviamente, no custo de produção. O console aparecia diferente em cada parte do mundo, variando de cor e até formato em regiões como Europa, Américas e Asia.
Já a Nintendo demorou para lançar uma versão mais magra de seu Super console. A versão original do SNES, disponibilizada em em 1991, só ganhou um regime em 1997, com a chegada do Super Nintendo Junior — como era conhecido popularmente. O console também era barato e não foi anunciado como um slim, mas apenas como Super Nintendo Entertainment System — da mesma maneira que a versão original.
Alguém lembra dele?

Um estranho no ninho

Era de poucos regimes


O pequeno e solitárioNa quinta geração, poucos consoles ganharam versões mais magras. Obviamente, o mais notável é o PlayStation, que, posteriormente, retornou como PSOne. A versão original do console, lançada em 1995, trazia gráficos de qualidade e trocava os cartuchos pelos CDs.
No ano 2000, a Sony introduzia um dos únicos consoles slim da época: o PSOne. Este caçula era drásticamente menor que seu irmão mais velho e, logo no lançamento, se tornou um verdadeiro sucesso — superando até mesmo o recém lançado PlayStation 2 por algum tempo.
Para turbinar ainda mais o pequeno, a Sony ainda lançou uma pequena tela LCD e um adptador para ligar o console em veículos. O PSOne era compativel com todos os títulos da linha PlayStation, mas trazia algumas diferenças em relação ao anterior — além das cosméticas, é claro. Basicamente, o console contava com uma interface visual diferente e também era protegido contra os chips de modificação, dificultando assim a pirataria. Fora isso, o console também não apresentava as portas paralelas e serial da versão original.

Assumidamente magro

A Sony e sua aposta


Mantendo a classeFinalmente, em 2004, a Sony lança o primeiro console assumidamente slim. O PlayStation 2 Slimline carregava em seu nome a grande mudança feita pela empresa, se tornando o primeiro console realmente slim. Com o regime, o console também perdia algumas funções, como a possibilidade de inserir um disco rígido e a ausência da fonte interna.
Mesmo assim, muitos consumidores sairam ganhando, já que o console, além de menor, também fazia menos barulho e possuia uma saída ethernet para conexões em rede local. Contudo, alguns problemas também assombraram os jogadores, principalmente devido ao superaquecimento da plataforma.
Contudo, o PlayStation 2 Slim foi um sucesso. Até hoje, o console continua sendo vendido, e recebeu ainda mais aprimoramentos em 2008, ano em que a Sony incorporou a fonte no console e adicionou uma BIOS revisada para impedir o acesso de hackers.

O presente e o futuro

Como serão as próximas dietas


Atualmente, o único console Slim é o PlayStation 3. Entretanto, curiosamente, a Sony não divulga o aparelho como uma versão Slim, mas sim como o novo PlayStation 3 — algo semelhante com o que ocorreu com o Super Nintendo. Mesmo assim, não há como negar que o Cavaleiro Negro perdeu alguns quilos e ficou mais barato. Outros consoles também perderam peso nesta geração, como é o caso do PlayStation Portable, que recebeu várias versões mais magras, e também o Nintendo DS.
A febre dos slims parece que não terá um fim tão cedo. Além de ser uma excelente maneira para reduzir os custos, conforme mencionamos anteriormente, estas versões ainda trazem novidades para os usuários e fornecem um ar de novidade à marca. Possivelmente, ainda veremos muitos consoles slim, como o tão especulado Xbox 360.
Como serão os próximos Slim?
E você, o que acha dos consoles que passam por regimes? Não deixe de comentar!

Fonte/Reprodução: BaixakiJogos

Nova arquitetura do PS3 Slim é mais econômica e eficiente do que a original.

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A Sony já lançou no mercado a nova versão do PlayStation 3 Slim, cuja revisão do chip RSX deixou o console mais econômico e eficiente. O hardware versão CECH-2100A vem com um chip gráfico de 45nm — menor do que o anterior de 65nm —, mas que continua com o CPU Cell.
Entre outros ajustes também foi revista a construção da motherboard, que recebeu dois chips XDR RAM de 128MB, em substituição dos quatro módulos de 64MB. Além disso, o sistema de arrefecimento foi remodelado, tornando-o mais leve e eficiente.
Estas mudanças significam uma redução significativa no consumo de energia do aparelho e nos custos de produções do console. Todavia, ainda não se sabe se esta diminuição no preço de produção será repassado para o consumidor.
CECH-2100A

iPad: Uma Nova Plataforma de Games?

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Matéria publicada no http://www.portallos.com.br por: Araphawake.
Acesse o site clique aqui
Encontramos na internet uma matéria muito bacana falando do Ipad e seus jogos. Vale a pena ler!
iPad, o novo hardware da Apple, foi lançado ontem (3 de Abril de 2010) e pretende conquistar o mercado de gamers. Sinceramente, não vejo até agora nenhum obstáculo intransponível que impeça a Apple de atuar no mercado dos jogos com a sua mais nova pérola. O preço ainda é elevado e acredito que essa versão ainda possa ter melhorias… Então talvez seja mais indicado para quem quer economizar algum dinheiro e é paciente, esperar um pouco mais para comprar o iPad.
Atualmente a empresa tem apresentado o aparelho como revolucionário. Isso até me faz lembrar do Nintendo Wii que chegou ao mercado com um conceito revolucionário que captou a atenção de muitos e levou a Nintendo a vender muitos consoles (as vendas de iPad também estão elevadas!). Apesar da comparação, tanto o Wii como o iPad servem para jogar alguns jogos, mas são aparelhos MUITO distintos. Possuo um Wii e admito que há jogos interessantes e clássicos valorosos, mas ele me decepcionou um pouco… O melhor é não elevarmos exageradamente as expectativas. O mesmo que aconteceu ao Wii, poderá acontecer ao iPad: decepção. Entretanto, não vamos tirar conclusões precipitadas! Até porque o iPad tem muitas potencialidades como plataforma de games. Não acham?
O iPad possui um design formidável que agrada a maioria das pessoas, serve como MP3/video player, como leitor de eBooks e como navegador na Web, e se torna ainda mais irresistível se contiver uma biblioteca de jogos (principalmente para gamers).
Então, o que o iPad da Apple está apto a trazer para o terreno dos video games?
Muita coisa, sem dúvida. Ele promete ser um forte concorrente entre as plataformas portáteis. Aliás, alguns jogos simplesmente funcionam melhor com o touchscreen, não concordam? Porém, o iPad também possui seus defeitos.
Primeiro, o iPad já possui uma lista de mais de 700 games planejados/ prometidos. Um bom começo, eu diria. O touchscreen responde rapidamente e com qualidade. Apesar de tudo, o iPad não é agradável de ser carregado e segurado. Normalmente, o dono tem que segurá-lo com as duas mãos e jogar com os dedos – um pouco desconfortável. Segurá-lo, sem apoio nenhum, acaba por causar dor nos braços após um certo período de tempo. Enquanto o iPad é desconfortável de ser segurado, o iPhone e o iPod touch encaixam com mais perfeição nas mãos.
Uma característica positiva é o suporte de diversas produtoras. Electronic Arts, 2K Games, Activision, Capcom, e até mesmo a Sega já estão contribuindo com games para o iPad. Inicialmente, muitos jogos poderão ser lançados com uma fraca qualidade, como tentativas falhadas… Mas com o tempo, no topo de muitos jogos decepcionantes, com certeza surgirão jogos de verdadeira qualidade. Aprendemos com os erros e aperfeiçoamos!
Resta apenas mencionar mais dois defeitos do iPad. Um deles consiste na incapacidade de produzir som stereo sem a utilização de colunas ou headphones! Parece ridículo (e é mesmo), mas é verdade. Um portátil que possui som stereo, sem necessidade de ser equipado com colunas ou headphones, custa menos que o iPad!
O outro defeito está relacionado com o botão Home que se encontra na parte de baixo do aparelho quando ele está na posição vertical ou então à direita ou à esquerda quando o aparelho está na posição horizontal. Os dedos muitas vezes estão perto desse botão enquanto alguém está jogando um jogo – logo, acontece com frequência um dos dedos esbarrar no botão. Quando isso acontece, o jogo é fechado e você tem que iniciá-lo novamente. Imagina se isso acontece várias vezes seguidas? A Apple deveria criar uma proteção para o botão em uma futura atualização do hardware!
Ah! Não podemos esquecer que o iPad permite o modo multiplayer em um único aparelho (não precisa de mais de um iPad para jogar com amigos). O sistema é simples: divisão de tela. Isso é uma empolgante vantagem.
Enfim, o iPad está na direção certa para entrar com o pé direito no mercado dos games, mas ainda tem alguns aperfeiçoamentos para fazer.
Alguns dos jogos para iPad:
- Majesty: The Fantasy Kingdom Sim
- N.O.V.A. HD
- Monkey Ball
- Worms HD
Estará a Apple pronta, talvez se preparando ainda, para  lutar pela liderança entre a 3DS e a PSP (ou uma possível sucessora)?
Vamos dar uma oportunidade ao iPad da Apple e ver o resultado.
A galeria de imagens abaixo mostra screens de alguns jogos:
Atualização por Dadah: hoje tive a oportunidade de passar rapidamente em uma Apple Store na hora do almoço (aqui na Califórnia), e pude brincar um pouco com o iPad.
Como muitos já sabem tem um design semelhante ao iPhone/iPod Touch, e roda o mesmo sistema operacional. O menu principal é bem parecido, porém tive a impressão de ser mais bonito (pode ser o wallpaper ou algum efeito nos ícones, mas acho que a tela é semelhante ao Macbook Pro, com as cores bem vivas), e um detalhe interessante, ele tem um modo paisagem (no iPod touch, o menu sempre fica na posição ‘em pé’, girar o aparelho não muda a posição dele). O desempenho parece melhor, aplicativos abrem e fecham rapidamente, e mesmo os jogos 3D executam sem gargalos. Achei um pouco pesado, não parece ser confortável de segurar sem apoio por muito tempo. O teclado, mesmo no modo paisagem, não é tão bom assim (ele fica na metade de baixo da tela), é bem fácil errar, mas deve ser questão de costume.
Gostei do aplicativo para ler livros, é legal poder ‘virar’ a página com o touch screen (pressionando da direita para o centro), e a tela ajuda em livros com fotos e gráficos. Em seguida testei o jogo Plants vs. Zombies HD, como disse acima, rodou muito bem, sem nenhum slow down (mas não testei com a tela lotada de zumbis também =)). Gráficos muito bonitos inclusive. E como foi a primeira vez que joguei ele, não sei exatamente como é a jogabilidade no PC, mas no iPad é bem intuitivo: toque nos ’sóis’ que caem para ganhar dinheiro, e selecione as plantas na parte de cima (antes da partida tu escolhe as 6 ou 7 opções que vão estar disponíveis) e pressione em qualquer parte do campo para colocar a mesma no caminhos dos zumbis (para quem não conhece o jogo, aconselho ver um vídeo no youtube, é muito divertido). Parece que o jogo foi feito para ser jogado na touch screen.
O outro jogo foi algum de corrida (desculpem, mas não lembro do nome =P), com um controle simples: o carro já acelera e freia sozinho, seu único trabalho é segurar o iPad como se fosse um volante, e girar o iPad como um volante (dã) para virar o carro. Bem díficil de controlar, como voces devem imaginar. E sem acelerar e freiar não tem muito graça (pode ser que tenha outras opções de controle…). Gráficos 3D interessantes, com visão dentro do carro (lembro que dava para ver o volante e as mãos do piloto), mas a pista não achei grande coisa. Ah, e segurar o iPad assim não atrapalha a visão, já que existe essa área em preto em volta da tela, que é larga o suficiente para por as mãos sem esconder boa parte da tela.
Acho que quem já conhece um iPhone/iPod Touch já tem uma boa idéia do que é o iPad, pois tirando o tamanho da tela e algumas mudanças básicas (não tem camera por ex), além de alguns aplicativos interessantes como o iBook e iPhoto, não tem nada de tão diferente assim. O preço é bom considerando que antes do anúncio todos esperavam algo na faixa 800 – 1000 dólares (um iPhone sem fidelidade custa mais de 700 dólares na Apple Store, e um iPod Touch fica na faixa de 199 – 399 dólares). Acho que um iPad tem como alvo o uso em casa, na frente do sofá, na cama antes de dormir, em alguma fila qualquer, viagens, lugares onde seria mais prático que usar um notebook. Mas quando precisar trabalhar por exemplo, não substitui um laptop (o teclado, falta de multi tasking, impede, ao menos na minha opnião).
Paro por aqui pois o pequeno update acabou virando um texto gigante =) Seguem algumas fotos: